Um documentário da BBC SEGUNDA, 8 DE SETEMBRO :21H
Na unidade - Yoga ,prática e filosofia
prática e filosofia


Em uma das mãos, ele segura o Damaru, o tambor em forma de ampulheta com o qual marca o ritmo cósmico e o fluir do tempo. Na outra, traz uma chama, símbolo da transformação e da destruição de tudo que é ilusório. As outras duas mãos, encontram-se em gestos específicos. A direita, cuja palma está a mostra, representa um gesto de proteção e bênçãos (abhaya mudrá). A esquerda representa a tromba de um elefante, aquele que destrói os obstáculos.
Nataraja pisa com seu pé direito sobre as costas de um anão. Ele é o demônio da ignorância interior, a ignorância que nos impede de perceber nosso verdadeiro eu. O pedestal da estátua é uma flor de lótus, símbolo do mundo manifestado.
A imagem toda nos diz: "Vá além do mundo das aparências, vença a ignorância interior e torne-se Shiva, o meditador, aquele que enxerga a verdade através do olho que tudo vê (terceiro olho, Ájña Chakra)."
Rio Ganges Mas o que é sensibilidade
sensibilidade é a faculdade responsável pela recepção das impressões sensoriais, determinando os fundamentos empíricos do processo cognitivo, tal como o vínculo inicial e intuitivo que o sujeito humano estabelece com os objetos do conhecimento. Captação direta, sensitiva e empírica da natureza, embora constituída por formas apriorísticas (espaço e tempo) originadas exclusivamente no interior do espírito humano. Disposição afetiva ou passional diretamente vinculada às impressões sensoriais, e em conflito potencial com os ditames éticos da razão. Capacidade de estesia, excitabilidade, receptividade.
Move-se o corpo
Morro em diferentes curvas
Em diferentes ritmos respiratórios
Encontro-me nos gestos sutis
E o pensamento que já não é
Tráz a morte súbita e tranqüila
No encadeamento...
Na dança ,na coreografia
A vida é passageira
efêmera.
Eu diferente, mais lúcida, mas ainda não totalmente acordada.
Nasci,
Alguém para morrer no movimento novamente
Nas curvas mais delicadas, nos gestos mais acentuados.
Preparo novamente para diversas mortes...
de diferentes mascaras
Aniquilar um ser que vive no palco,
Um palco promíscuo
O “Eu existo”!