eu não entendo ,todos os dias ele acorda e não consegue me ver
agora completamente iludido ele pensa que a Pakrtti é sua maior posse e só quer diversão
essa diversão ilusória as vezes boa outras ruins ...essa felicidade que acaba em um instante e o sofrimento eterno da perda da felicidade ...essa não é sua realidade ...sai do teatro que a peça acabou...o que vc esta fazendo ai? ...tento acorda lo todos os dias através de uma pratica chamada Yoga e, quando você parar de pensar poderá ser você !poderá me ver !!!
Sylvia Palumbo Scrocco
Olá visitantes
Comece lendo esse blog de baixo para cima
primeiro o Sámkhya e depois os sútras de Pátañjali .
Os sútras estão primeiro na sua lingua original (sânscrito ) acompanhado das traduçôes de George Feuerstein e Mestre DeRose .Em seguida em alguns sútras comentários de George Feuerstein e comentarios meus
Espero que seja de grande utilidade para aqueles que buscam a verdade e a compreensão da sua existencia.
primeiro o Sámkhya e depois os sútras de Pátañjali .
Os sútras estão primeiro na sua lingua original (sânscrito ) acompanhado das traduçôes de George Feuerstein e Mestre DeRose .Em seguida em alguns sútras comentários de George Feuerstein e comentarios meus
Espero que seja de grande utilidade para aqueles que buscam a verdade e a compreensão da sua existencia.
quinta-feira, janeiro 22, 2009
para entender de maneira ludica o Buddhi
imagine uma xícara cheia de chai !
quebre a xícara
olha que interessante, a xícara muda sua forma já não é a mesma ,mas o chai será sempre chai mesmo que você limpe e torça o pano, o chai esta ali, em tudo;como Purusha inabalável.
A xícara de chai é o Purusha refletindo na Prakrtti através do Intelecto ou Buddhi
quebre a xícara
olha que interessante, a xícara muda sua forma já não é a mesma ,mas o chai será sempre chai mesmo que você limpe e torça o pano, o chai esta ali, em tudo;como Purusha inabalável.
A xícara de chai é o Purusha refletindo na Prakrtti através do Intelecto ou Buddhi
quarta-feira, janeiro 21, 2009
A dupla função de Buddhi(intelecto)
Tanto a ignorância como a discriminação pertence a Buddhi e não ao Purusha.O espirito que ,mesmo continuando eternamente idêntico e imutável parecia ter seguido o ser individual em sua escravidão,sempre permanece inabalável,inafetado,imaculado pelo bem e pelo mal.Se o Purusha apareceu como afetado ou perturbado,essa aparencia era devido ao envoltório psíquico pelo qual estava associado até o momento da libertação- como a lua que vemos refletida na agua parece agitada e deformada pelo movimento da agua,enquanto a verdadeira lua fonte de nossa visão esta imóvel.Assim a libertação é uma mudança de perspectiva.quando a verdadeira perspectiva é restabelecida nenhuma impressão dessa associação permanece sobre o EU,já que o contato não era real. Da mesma forma que um cristal permite ver uma flor vermelha por transparência,sem que ele próprio se torne vermelho,em nenhum momento o Purusha deixou de ser ele mesmo.
Assim o Buddhi pelo desenvolvimento do sattwa recobra sua pureza original,que consiste em retidão,conhecimento desapego e poder e se eleva na intuição da realidade que restitui o eu a ele mesmo.Logo o Buddhi pode operar em duas direcções opostas:numa proporciona ao Purusa o gozo do universo material e mental e tem de reserva para ele uma infinidade de experiências possíveis,todas condicionadas.Na outra direção o Buddhi funciona pela libertação e a discriminação do Purusha e da Prakrtti.Essas duas orientações são as duas finalidades que o Samkhya reconhece.
Prakrtti aprisiona o ser individual desprovida da discriminação o afeta do seu conhecimento real projetando o ainda mais na identificação e na dispersão;e libera aquele que possui sabedoria discriminativa,levando ate o limiar da realização.Mesmo quando atrai o individuo deixa sempre o caminho aberto para o retorno.A possibilidade de desprender-se esta sempre presente:"A prisão não esta na natureza das coisas" operando conforme os casos como Maya ilusão ou como Buddhi alerta ,poder de obscurecimento ou de revelação.,Prakrtti e ao mesmo tempo a causa da ignorância e do conhecimento terrível ou redentora segundo a orientação do ser.Em ultima isntancia todas as atividades do Homem estão dirigidas seja ao gozo das experiências(bhoga),seja ao desapego em relação a estas(tyaga).Dentre os quatros objetivos da existência Humana distinguidos do pensamento indiano,os três primeiros: o prazer(kama),o ganho(artha)e a retidão(dharma),estão orientados dentro da primeira direção,a do Gozo, enquanto o quarto libertação(moksa),esta orientado na direção da Paz.E como o gozo e experiência são antecedentes necessários da libertação ,no qual mais cedo ou mais tarde devem desembocar,resulta que a finalidade de todo movimento e atividade é essa libertação.
É o acontecimento único em direçao a qual toda criação esta a caminho.Toda a instabilidade, insatisfação e a agitação que caracterizam o comportamento humano só chegam a um termo quando esse objetivo é cumprido.O ponto final da evolução para cada individuo é atingido quando ele realiza a natureza essencial do seu próprio Eu.Toda atividade da natureza só existe para esse desfecho.A realização do objetivo ultimo do Homem é a razão do ser ,da continuação do mundo manifestado.Desde que o Homem tenha atingido esse objetivo,o mundo manifestado se reabsorve para ele no não manifestado,na matriz primordial da qual se procedeu.mas isso somente para esse Homem,pois a outros seres encarnados (jivatmam) que ainda estão a caminho,uns atrás dos gozos terrestres,outros se esforçando se em direção ao conhecimento salvador.Para todos esses seres,o universo manifestado deve prosseguir.E sendo um numero deles indefinido,nunca sobrevirá um tempo em que não existirá um mundo manifestado objetivo,o que absolutamente não impede as dissoluções periódicas do universo,seguida de recriações em que todos os seres retornam a possessão dos seus respectivos Karman.
uma observação o" gozo" deve ser entendido num sentido mais amplo incluindo todas as formas de experiências pensar,agir,falar são gozos tanto quanto escutar, ver sentir cheirar etc....
Assim o Buddhi pelo desenvolvimento do sattwa recobra sua pureza original,que consiste em retidão,conhecimento desapego e poder e se eleva na intuição da realidade que restitui o eu a ele mesmo.Logo o Buddhi pode operar em duas direcções opostas:numa proporciona ao Purusa o gozo do universo material e mental e tem de reserva para ele uma infinidade de experiências possíveis,todas condicionadas.Na outra direção o Buddhi funciona pela libertação e a discriminação do Purusha e da Prakrtti.Essas duas orientações são as duas finalidades que o Samkhya reconhece.
Prakrtti aprisiona o ser individual desprovida da discriminação o afeta do seu conhecimento real projetando o ainda mais na identificação e na dispersão;e libera aquele que possui sabedoria discriminativa,levando ate o limiar da realização.Mesmo quando atrai o individuo deixa sempre o caminho aberto para o retorno.A possibilidade de desprender-se esta sempre presente:"A prisão não esta na natureza das coisas" operando conforme os casos como Maya ilusão ou como Buddhi alerta ,poder de obscurecimento ou de revelação.,Prakrtti e ao mesmo tempo a causa da ignorância e do conhecimento terrível ou redentora segundo a orientação do ser.Em ultima isntancia todas as atividades do Homem estão dirigidas seja ao gozo das experiências(bhoga),seja ao desapego em relação a estas(tyaga).Dentre os quatros objetivos da existência Humana distinguidos do pensamento indiano,os três primeiros: o prazer(kama),o ganho(artha)e a retidão(dharma),estão orientados dentro da primeira direção,a do Gozo, enquanto o quarto libertação(moksa),esta orientado na direção da Paz.E como o gozo e experiência são antecedentes necessários da libertação ,no qual mais cedo ou mais tarde devem desembocar,resulta que a finalidade de todo movimento e atividade é essa libertação.
É o acontecimento único em direçao a qual toda criação esta a caminho.Toda a instabilidade, insatisfação e a agitação que caracterizam o comportamento humano só chegam a um termo quando esse objetivo é cumprido.O ponto final da evolução para cada individuo é atingido quando ele realiza a natureza essencial do seu próprio Eu.Toda atividade da natureza só existe para esse desfecho.A realização do objetivo ultimo do Homem é a razão do ser ,da continuação do mundo manifestado.Desde que o Homem tenha atingido esse objetivo,o mundo manifestado se reabsorve para ele no não manifestado,na matriz primordial da qual se procedeu.mas isso somente para esse Homem,pois a outros seres encarnados (jivatmam) que ainda estão a caminho,uns atrás dos gozos terrestres,outros se esforçando se em direção ao conhecimento salvador.Para todos esses seres,o universo manifestado deve prosseguir.E sendo um numero deles indefinido,nunca sobrevirá um tempo em que não existirá um mundo manifestado objetivo,o que absolutamente não impede as dissoluções periódicas do universo,seguida de recriações em que todos os seres retornam a possessão dos seus respectivos Karman.
uma observação o" gozo" deve ser entendido num sentido mais amplo incluindo todas as formas de experiências pensar,agir,falar são gozos tanto quanto escutar, ver sentir cheirar etc....
sexta-feira, janeiro 16, 2009
A Literatura e o Sámkhya
A libertação e a discriminação
A libertação do Homem consiste em ultrapassar o domínio dos três Guna,inclusive o Sattwa,em transcender a totalidade do mundo.
É uma libertação (Moksa)atingida quando não há mais nenhuma acumulação Karmica ( as impressões desaparecem). A perfeição é um estado que transcende a oposição dos três atributos(Guna).
Essa libertação só é possível pela discriminação que é como um desimpedimento progressivo do principio espiritual (Purusa) enterrado e submerso pela Prakrtti
Para por fim ao sofrimento, a miséria humana,o homem deve descobrir o que ele realmente é ,discernir seu verdadeiro eu de tudo o que recobre e oculta.Por isso a libertação no Samkhya é chamado kaivalya(o isolamento),no sentido de uma operação alquimia,,onde se pratica decantação e dissociação,até que tenha "isolado "um corpo puro,irredutível,desembaraçado de todas as suas escórias.
Pela discriminação,o conhecimento é despertado pelo Buddhi (O intelecto):"NADA É MEU","ESTE CORPO (SUTIL E GROSSEIRO) NÃO É MEU","NÃO HÁ EGO"",EU ESTOU ISENTO DO EGO"
.Esse conhecimento puro e absoluto,porque não deixa nada por conhecer,revela a verdadeira natureza do Purusa,eternamente distinto de todas as formações da Prakrtti,inclusive o Buddhi (intelecto e Ahamkara(noção do" eu" ou princípio da egoidade).
Quando o Purusa toma consciencia de sua independência cessa a submissão com a Natureza.Todos os elementos físicos,psíquicos que eram imputados erradamente ao Purusha,dele se desprende e são reabsorvidos.
"Como uma dançarina que para de dançar depois de ter desempenhado em cena seu papel,assim é a Natureza desaparece depois de manifestar se ao Espírito nos diferentes papeis do Buddhi(intelecto),do Ahamkara,dos elementos sutis e grosseiros.Tendo cumprido o seu papel,tendo sido reconhecida a natureza se retira e desaparece.
O espetáculo chega ao fim,e o espectador encontra sua verdadeira identidade;eternamente livre,eternamente completo em si mesmo, não tendo qualquer relação necessária com o mundo exterior.
O espírito não esta ligado,nem liberado,nem transmigrando,é a personalidade produzida pela Natureza que sob diversos aspectos estava ligada,transmigrava,e é liberada.Quando essa verdade ultima é realizada todas as manifestações do intelecto são dissolvidas e o Purusha permanece só ,repousando em sua própria essência,o próprio conhecimento discriminativo desaparece,como medicamento que,após curar a doença,é eliminado.
O Yoga de Tara Michael e Yoga ,imortalidade e liberdade de Mircea Eliade
É uma libertação (Moksa)atingida quando não há mais nenhuma acumulação Karmica ( as impressões desaparecem). A perfeição é um estado que transcende a oposição dos três atributos(Guna).
Essa libertação só é possível pela discriminação que é como um desimpedimento progressivo do principio espiritual (Purusa) enterrado e submerso pela Prakrtti
Para por fim ao sofrimento, a miséria humana,o homem deve descobrir o que ele realmente é ,discernir seu verdadeiro eu de tudo o que recobre e oculta.Por isso a libertação no Samkhya é chamado kaivalya(o isolamento),no sentido de uma operação alquimia,,onde se pratica decantação e dissociação,até que tenha "isolado "um corpo puro,irredutível,desembaraçado de todas as suas escórias.
Pela discriminação,o conhecimento é despertado pelo Buddhi (O intelecto):"NADA É MEU","ESTE CORPO (SUTIL E GROSSEIRO) NÃO É MEU","NÃO HÁ EGO"",EU ESTOU ISENTO DO EGO"
.Esse conhecimento puro e absoluto,porque não deixa nada por conhecer,revela a verdadeira natureza do Purusa,eternamente distinto de todas as formações da Prakrtti,inclusive o Buddhi (intelecto e Ahamkara(noção do" eu" ou princípio da egoidade).
Quando o Purusa toma consciencia de sua independência cessa a submissão com a Natureza.Todos os elementos físicos,psíquicos que eram imputados erradamente ao Purusha,dele se desprende e são reabsorvidos.
"Como uma dançarina que para de dançar depois de ter desempenhado em cena seu papel,assim é a Natureza desaparece depois de manifestar se ao Espírito nos diferentes papeis do Buddhi(intelecto),do Ahamkara,dos elementos sutis e grosseiros.Tendo cumprido o seu papel,tendo sido reconhecida a natureza se retira e desaparece.
O espetáculo chega ao fim,e o espectador encontra sua verdadeira identidade;eternamente livre,eternamente completo em si mesmo, não tendo qualquer relação necessária com o mundo exterior.
O espírito não esta ligado,nem liberado,nem transmigrando,é a personalidade produzida pela Natureza que sob diversos aspectos estava ligada,transmigrava,e é liberada.Quando essa verdade ultima é realizada todas as manifestações do intelecto são dissolvidas e o Purusha permanece só ,repousando em sua própria essência,o próprio conhecimento discriminativo desaparece,como medicamento que,após curar a doença,é eliminado.
O Yoga de Tara Michael e Yoga ,imortalidade e liberdade de Mircea Eliade
quarta-feira, janeiro 14, 2009
A vida,reino das dualidade,harmonia de tensões,terreno de confronto das forças opostas,dos" deuses e demónios"é uma guerra perpetua onde nenhum resultado é definitivo.A existência cósmica,que aparece como processo de vida é em realidade um processo da morte.A propria lei da vida quer que cada organismo sobreviva ao preço da destruição de outros organismos.As upanishad declaram expressamente aquilo que denominamos vida é o império de Yama,o rei da morte.A imortalidade procurada não é de forma alguma uma continuação da vida,mas seu oposto.Pois toda vida só existe como alimento para a morte,diante de quem sacerdócio e nobreza não passam ambos de um prato de arroz(katha-UP,II,25)
terça-feira, janeiro 13, 2009
o samsára
Como escapar ao ciclo ininterrupto dos atos e suas consequências : tal é o problema crucial ,tanto para o Samkhya como para o Yoga.
Cada gesto ,cada pensamento,cada palavra é o germe de experiências, e cada experiência o germe de ações ,de modo que estamos incessantemente mantidos em um movimento das experiências condicionadas,que o o que se chama de samsára.
o samsára é a roda de existência ,o ciclo das vidas e das mortes,o movimento continuo onde nos mantém nossa ignorância do Principio. Quebrar esse circulo é a libertação ou moksa.
Não são as ações ditas tamásicas que levam a dor,porque projetam o ser em experiências obscurecedoras,aviltantes e passivamente sofridas.Qualquer ação que parta da ignorância da confusão do "Eu" e "não - Eu",tem por efeito perpetuar essa ignorância,que desencadeia uma sucessão de estados felizes quanto infelizes
Dizer "eu sofro",eu quero ,"eu odeio","eu desejo" ,"eu sou"é pensar que esse eu se refere ao Espírito e viver na ilusão e prolonga la .Pois todos nossos atos e intenções ,pelo simples fato de relacionarmos com a Prakrti,são condicionados e dirigidos pelo karman .Por essa ignorância o Espírito se encontra continuamente identificado ao fluxo da vida psicofisica.é mesmo quando se trata da identificação a estados felizes ,ainda permanece uma forma sutil de sofrimento,em virtude da impermanência desses estados,pelo fato de não poder encontrar neles um porto seguro.Mesmo nesse caso ,nenhum repouso,nenhuma estabilidade pode ser encontrada ,por que mesmo nos estados felizes resultam da atividade sattwa,atividades que devem ser constantemente renovadas,o que implica esforço e aflição.De outro modo,o efeito do bom karma se esgota.Uma vez consumidos os frutos de uma certa acumulação de sattwa,os dois outros guna,restringidos ate então pela denominação temporaria do sattwa,reaparecem imediatamente.Nenhum humano pode saborear um estado de felicidade perpetua.Sua felicidade nunca absolutamente pura,mas sempre ligeiramente misturada,é inevitavelmente interrompida pelo surgimento de rajas,sob a forma de inconveniências e perturbações exteriores,ou por sua própria febre de agir,que torna apoderar se do Homem ao fim de certo tempo e não permite gozar indefinidamente um estado sereno.Por outro lado os estados de felicidade criam seja uma saturação,seja um apego,uma dependência,pela necessidade que despertam de saboreá la novamente.O gozo desses estados,seja qual for sua duração,esta sempre mesclado com medo,consciente ou inconsciente de perde los.
O Yoga: Tara Michael ,
Yoga,liberdade e imortalidade Mircea Eliade
Cada gesto ,cada pensamento,cada palavra é o germe de experiências, e cada experiência o germe de ações ,de modo que estamos incessantemente mantidos em um movimento das experiências condicionadas,que o o que se chama de samsára.
o samsára é a roda de existência ,o ciclo das vidas e das mortes,o movimento continuo onde nos mantém nossa ignorância do Principio. Quebrar esse circulo é a libertação ou moksa.
Não são as ações ditas tamásicas que levam a dor,porque projetam o ser em experiências obscurecedoras,aviltantes e passivamente sofridas.Qualquer ação que parta da ignorância da confusão do "Eu" e "não - Eu",tem por efeito perpetuar essa ignorância,que desencadeia uma sucessão de estados felizes quanto infelizes
Dizer "eu sofro",eu quero ,"eu odeio","eu desejo" ,"eu sou"é pensar que esse eu se refere ao Espírito e viver na ilusão e prolonga la .Pois todos nossos atos e intenções ,pelo simples fato de relacionarmos com a Prakrti,são condicionados e dirigidos pelo karman .Por essa ignorância o Espírito se encontra continuamente identificado ao fluxo da vida psicofisica.é mesmo quando se trata da identificação a estados felizes ,ainda permanece uma forma sutil de sofrimento,em virtude da impermanência desses estados,pelo fato de não poder encontrar neles um porto seguro.Mesmo nesse caso ,nenhum repouso,nenhuma estabilidade pode ser encontrada ,por que mesmo nos estados felizes resultam da atividade sattwa,atividades que devem ser constantemente renovadas,o que implica esforço e aflição.De outro modo,o efeito do bom karma se esgota.Uma vez consumidos os frutos de uma certa acumulação de sattwa,os dois outros guna,restringidos ate então pela denominação temporaria do sattwa,reaparecem imediatamente.Nenhum humano pode saborear um estado de felicidade perpetua.Sua felicidade nunca absolutamente pura,mas sempre ligeiramente misturada,é inevitavelmente interrompida pelo surgimento de rajas,sob a forma de inconveniências e perturbações exteriores,ou por sua própria febre de agir,que torna apoderar se do Homem ao fim de certo tempo e não permite gozar indefinidamente um estado sereno.Por outro lado os estados de felicidade criam seja uma saturação,seja um apego,uma dependência,pela necessidade que despertam de saboreá la novamente.O gozo desses estados,seja qual for sua duração,esta sempre mesclado com medo,consciente ou inconsciente de perde los.
O Yoga: Tara Michael ,
Yoga,liberdade e imortalidade Mircea Eliade
segunda-feira, dezembro 01, 2008
O karman - voltando ao Sámkhya
O karman( o ato) ,pelas consequências que acarreta, é então o criador do caráter do individuo.
Tudo que somos é resultado do que pensamos ,é baseado em nossos pensamentos,é feito de nossos pensamentos.
Os seres são livres para ir em direções aos mundos que, por sua maneira de ser e agir,escolhem;sejam mundos divinos,onde absorvem harmonia ou mundos destinados as experiências aterradoras de ódio e da angustia .
Não há nada livre de consequências .Cada sentimento ,cada pensamento,cada ato desenvolverá com o tempo as latências nelas contidas.
O cosmos é um vasto campo onde a consciência individual através de inúmeras vidas recolhe o que semeou.
Toda natureza tem um sentido."Mesmo as desigualdades objetivas observadas pela criação só se explicam pela hipótese de um principio determinante.Uma coisa é o que é, não por acaso ,mas por necessidade .
Nesse sentido o não manifestado é o poder invisível,soma de todas as potencialidades,que condiciona o destino de cada ser consciente,manifestando os efeitos apropriados aos atos deste.
Como a Prakrti tem uma tendência a manifestar um infinidade de forma que ela possui em potencial,cada ato libera formas ate então encerradas,latentes em seu seio.
Assim segundo a lei da ação ,impressões que são repetidas formam agregados e organizam se em verdadeiras tendências .Uma vez constituídas essas tendências (sanskaras)tornam se inelutavelmente criadoras,são um reservatórios de potencialidades destinadas a se atualizarem mais cedo ou mais tarde ,nessa vida ou em outras ,e sujeitam o individuo a tipo de experiência que elas representam.Essa serie de efeitos,caso se trate de experiências onde predominam rajas ou tamas é ,do ponto de vista indiano,é bem mais grave que a desaprovação ou a cólera incorrida por um ato desmerecedor ," a Deus.desagrado".
resumindo:
O karma é uma lei universal de causa e efeito ...não é nem bom ,nem ruim ...é ação e reação.Sua ação ou pensamento gera uma reação na mesma ou maior intensidade da ação cometida
Uma lei simples , técnica sem conceitos religiosos .
Sua ação gera uma reação .
O Yoga de Tara Michael
Yoga imortalidade e liberdade Mircea Eliade
Tudo que somos é resultado do que pensamos ,é baseado em nossos pensamentos,é feito de nossos pensamentos.
Os seres são livres para ir em direções aos mundos que, por sua maneira de ser e agir,escolhem;sejam mundos divinos,onde absorvem harmonia ou mundos destinados as experiências aterradoras de ódio e da angustia .
Não há nada livre de consequências .Cada sentimento ,cada pensamento,cada ato desenvolverá com o tempo as latências nelas contidas.
O cosmos é um vasto campo onde a consciência individual através de inúmeras vidas recolhe o que semeou.
Toda natureza tem um sentido."Mesmo as desigualdades objetivas observadas pela criação só se explicam pela hipótese de um principio determinante.Uma coisa é o que é, não por acaso ,mas por necessidade .
Nesse sentido o não manifestado é o poder invisível,soma de todas as potencialidades,que condiciona o destino de cada ser consciente,manifestando os efeitos apropriados aos atos deste.
Como a Prakrti tem uma tendência a manifestar um infinidade de forma que ela possui em potencial,cada ato libera formas ate então encerradas,latentes em seu seio.
Assim segundo a lei da ação ,impressões que são repetidas formam agregados e organizam se em verdadeiras tendências .Uma vez constituídas essas tendências (sanskaras)tornam se inelutavelmente criadoras,são um reservatórios de potencialidades destinadas a se atualizarem mais cedo ou mais tarde ,nessa vida ou em outras ,e sujeitam o individuo a tipo de experiência que elas representam.Essa serie de efeitos,caso se trate de experiências onde predominam rajas ou tamas é ,do ponto de vista indiano,é bem mais grave que a desaprovação ou a cólera incorrida por um ato desmerecedor ," a Deus.desagrado".
resumindo:
O karma é uma lei universal de causa e efeito ...não é nem bom ,nem ruim ...é ação e reação.Sua ação ou pensamento gera uma reação na mesma ou maior intensidade da ação cometida
Uma lei simples , técnica sem conceitos religiosos .
Sua ação gera uma reação .
O Yoga de Tara Michael
Yoga imortalidade e liberdade Mircea Eliade
quarta-feira, novembro 26, 2008
corpo sutil e transmigração de almas - no contexto Sámkhya
O corpo sutil(lingadeha) é constituído pelo intelecto superior(buddhi),o principio da individuação(ahamkara) , o mental discursivo (manas),as dez faculdades de percepção e ação e as potencialidades dos elementos sensíveis que são os cinco tanmatras.
O corpo sutil é o que transmigra .Lembre se que o Purusha assiste as experiências, é onipresente.
Esse envoltório psíquico é chamado linga"sinal" por que contem caracteres específicos pelos quais os diferentes Purusha(s) são distinguidos.
O corpo sutil só é capaz de viver a experiência quando assume um corpo grosseiro formado pelos elementos matérias e gerado pelos pais.Após a morte do corpo físico ele o abandona e veste outro.No corpo sutil estão armazenadas todas as suas experiências da vida interior .são chamadas impressões ou sanskaras , e ele só se dissolve no momento do moksa ou libertação.Enquanto o corpo sutil estiver presente,haverá existência encarnada e renascimentos perpétuos.
Para entender .
Digamos que o corpo sutil assemelha a caixa preta do avião.Nessa caixa preta estão registradas suas experiências .Quando você morre, o corpo sutil veste outro corpo e vem novamente experimentar a nova jornada, e assim sucessivamente .Um exemplo:. Se você é uma pessoa insegura, esse condicionamento " ser inseguro ", já esta registrado no corpo sutil, e quando você morre, o corpo sutil veste um outro corpo e provavelmente terá uma experiência bem semelhante desses registros anteriores.
Lembre se que o que morre é o persona .Exemplo: eu estou tendo uma experiência nesse momento e estou gerando pensamentos .Meus pensamentos estão gerando impressões, e minhas impressões vão gerar vasana ou hábitos.De repente eu morro; quem morre é a Sylvia .Seu corpo sutil logo veste outro corpo para poder viver uma nova experiência, e essas experiências serão muito semelhantes as experiências anteriores da persona Sylvia.Isso acontece por que ficam registradas nossas experiências em um corpo sutil. Veja bem o filme segredo não tem nada de novo .Fala exatamente da estrutura do Sámkhya . Você sabendo que existe um corpo sutil que registra suas experiências e que essas impressões geram condicionamentos perpétuos .Entende se que você só tem agora para mudar que é em vida que ocorre essas mudanças internas e cabe você mudar e quebrar essas impressões .então "mãos a obra" O Yoga é uma grande ferramenta para cessar os vritis que geram as impressões no corpo sutil ,e que tornam se mais tarde um vasana ou condicionamentos. Assim o corpo sutil,introduzindo se em diferentes matrizes,assume diversas formas.São as disposições do que esta investido o corpo sutil que determinam o estatuto do seu nascimento.Essas disposições resultam das impressões deixadas por ações executadas anteriormente.
Há 4 disposições fundamentais inerentes ao Intelecto (buddhi): são
podemos entender o gerar dos vrittis semelhante a estrutura do ego, que tem a função de mediador entre id e superego.
o superego( grilo falante rsrs) seria os sanskaras: as impressões
o id ( instinto de prazer) seriam os vasana(s) : os hábitos.
Ficou fácil agora sua experiência... conhecendo toda essa estrutura .Divirta se
Proximo Post : O Karma
Para entender melhor o Samkhya comece lendo o texto na sequência a partir do dia 20 de Outubro de 2008 .
O corpo sutil é o que transmigra .Lembre se que o Purusha assiste as experiências, é onipresente.
Esse envoltório psíquico é chamado linga"sinal" por que contem caracteres específicos pelos quais os diferentes Purusha(s) são distinguidos.
O corpo sutil só é capaz de viver a experiência quando assume um corpo grosseiro formado pelos elementos matérias e gerado pelos pais.Após a morte do corpo físico ele o abandona e veste outro.No corpo sutil estão armazenadas todas as suas experiências da vida interior .são chamadas impressões ou sanskaras , e ele só se dissolve no momento do moksa ou libertação.Enquanto o corpo sutil estiver presente,haverá existência encarnada e renascimentos perpétuos.
Para entender .
Digamos que o corpo sutil assemelha a caixa preta do avião.Nessa caixa preta estão registradas suas experiências .Quando você morre, o corpo sutil veste outro corpo e vem novamente experimentar a nova jornada, e assim sucessivamente .Um exemplo:. Se você é uma pessoa insegura, esse condicionamento " ser inseguro ", já esta registrado no corpo sutil, e quando você morre, o corpo sutil veste um outro corpo e provavelmente terá uma experiência bem semelhante desses registros anteriores.
Lembre se que o que morre é o persona .Exemplo: eu estou tendo uma experiência nesse momento e estou gerando pensamentos .Meus pensamentos estão gerando impressões, e minhas impressões vão gerar vasana ou hábitos.De repente eu morro; quem morre é a Sylvia .Seu corpo sutil logo veste outro corpo para poder viver uma nova experiência, e essas experiências serão muito semelhantes as experiências anteriores da persona Sylvia.Isso acontece por que ficam registradas nossas experiências em um corpo sutil. Veja bem o filme segredo não tem nada de novo .Fala exatamente da estrutura do Sámkhya . Você sabendo que existe um corpo sutil que registra suas experiências e que essas impressões geram condicionamentos perpétuos .Entende se que você só tem agora para mudar que é em vida que ocorre essas mudanças internas e cabe você mudar e quebrar essas impressões .então "mãos a obra" O Yoga é uma grande ferramenta para cessar os vritis que geram as impressões no corpo sutil ,e que tornam se mais tarde um vasana ou condicionamentos. Assim o corpo sutil,introduzindo se em diferentes matrizes,assume diversas formas.São as disposições do que esta investido o corpo sutil que determinam o estatuto do seu nascimento.Essas disposições resultam das impressões deixadas por ações executadas anteriormente.
Há 4 disposições fundamentais inerentes ao Intelecto (buddhi): são
- a retidão( é a conformidade a ordem cósmica que consiste para os seres em conformar se a lei que rege sua natureza essencial.
- o conhecimento(é de duas forma extrínseco (compreendendo todo sabor tradicional)e intrínseco(o conhecimento da Natureza e do espírito.
- o desprendimento (o desapego é exterior(não atracão pelos objetos e sentidos), o interior( aspiração a libertação)
- o poder( é a possessão dos poderes soberanos ditos poderes sobrenaturais mas na realidade são naturais ,essenciais de Buddhi e somente recuperados graças as técnicas do Yoga.
podemos entender o gerar dos vrittis semelhante a estrutura do ego, que tem a função de mediador entre id e superego.
o superego( grilo falante rsrs) seria os sanskaras: as impressões
o id ( instinto de prazer) seriam os vasana(s) : os hábitos.
Ficou fácil agora sua experiência... conhecendo toda essa estrutura .Divirta se
Proximo Post : O Karma
Para entender melhor o Samkhya comece lendo o texto na sequência a partir do dia 20 de Outubro de 2008 .
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